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Melancolia & Felicidade: a estrutura temporal dos afetos

Marcelo Rangel

Sobre o livro: Eu assumi, em primeiro lugar, que Marcelo não estava mais navegando na “visão histórica do mundo” e, em segundo lugar, que havia se envolvido no processo de abrir um novo horizonte de perguntas sobre as nossas modalidades específicas de relacionamento individual com o passado. Com uma energia intelectual igual ou até maior, os ensaios deste novo livro estão se envolvendo nesse novo horizonte de perguntas, ilustrando como seriam exatamente as formas próprias dessas relações empáticas com o passado. Hans Ulrich Gumbrecht

Mudanças podem ocorrer sem uma retomada decisiva da história? É possível permanecer dentro de nossa apatia habitual em relação ao passado e ainda pensar em um futuro mais democrático ou mesmo convencionalmente “feliz”? Rangel argumenta vigorosamente contra isso, lembrando ser leitor da máxima de Walter Benjamin de que o presente é sempre apenas uma possibilidade entre muitas. Vincent Barletta

Onde encontrar: https://www.institutoquerosaber.org/editora155

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