HH Magazine
Poesia

RUMO


Abandono a velha casa,

Fantasmas e assombrações.

Firme em minhas orações,

Aponto a flecha para o futuro.

A ele dedicarei minhas ações.

Livre de padrões obscuros,

Correntes e quaisquer grilhões.

Rumarei para as infinitas possibilidades,

Em busca da minha felicidade,

Desejos, sonhos e aspirações.

Viver não carece de tantas explicações.

 

 

 


Créditos na imagem de capa: Gerada por IA.

Related posts

multidão

marcelo de mello rangel
6 meses ago

Lua supérflua

Antonio Simplicio de Almeida Neto
6 anos ago

São Pedro

Tadeu Goes
4 anos ago
Sair da versão mobile