Faíscas saem de seus dedos leitores

A treta

Olha o Branco que avermelha a língua

Preta! Cabisbaixos modestos

Mas sempre para futuro, um sorriso entrombros

Na cadeira da frente, uma estrutura escuta que não vê,

Tica de um olho a cuidada que adora cuidar

Mas as vozes reclamam um dedo dovido

Elas saem pela cidade de plástico que queima

O braço da mãe para não piscar

Apanha a filha para não olhar.